Casa de Rui Barbosa: mais que um museu

Casa de Rui Barbosa: mais que um museu

O legado de Rui Barbosa para a cultura brasileira vai além de suas obras em vida. Sua própria casa transcendeu a função de museu ao longo de quase noventa anos de história e se tornou referência de conservação e produção do conhecimento em vários campos, mas hoje corre risco.

DIA DE SÃO JORGE: fé, devoção e sincretismo

DIA DE SÃO JORGE: fé, devoção e sincretismo

Na alvorada do dia 23 de abril, devotos de São Jorge e filhos de Ogum costumam soltar fogos de artifício como forma de iniciar as homenagens ao querido santo e orixá, cuja devoção é um dos maiores exemplos do cruzo existente, no Brasil, entre religiões de matrizes africanas e o cristianismo.

REFLEXÕES SOBRE GUAJUPIÁ: a ancestralidade que nos leva ao futuro

REFLEXÕES SOBRE GUAJUPIÁ: a ancestralidade que nos leva ao futuro

O Brasil celebra hoje, dia 19 de abril, os seus povos originários. Já parou para pensar no quanto a ancestralidade indígena tem a contribuir para a nossa sociedade?

O Rio de Janeiro, assim como o entorno da baía que os tupinambás chamaram de “kûánãpará”, era repleto de aldeias indígenas antes que portugueses, franceses, africanos e outros povos d’além-mar aqui aportassem.

No desfile deste ano, a Portela teve como enredo “Guajupiá, terra sem males”. Era para os índios a terra prometida no plano espiritual. O equivalente tupinambá ao Paraíso cristão, ao Olimpo dos gregos, à Valhalla dos nórdicos. Era o destino final de uma trajetória de vida valorosa e corajosa.

Vindos de migrações, ao longo da costa, os tupinambás depararam-se aqui com uma baía com rios limpos, manguezais, florestas ricas em animais e plantas, enfeitada por morros e rochas colossais. Pensaram ter encontrado a Guajupiá, aqui materializada.

GRANDES MULHERES NA HISTÓRIA DO RIO: a Homenagem do RioAntigo no Mês da Mulher

GRANDES MULHERES NA HISTÓRIA DO RIO: a Homenagem do RioAntigo no Mês da Mulher

O dia 8 de março foi instituído pelas ONU como o Dia Internacional da Mulher em 1975. A data marca uma jornada de manifestações por igualdade de direitos civis que lutou pelo voto feminino, iniciada em 1909, pelas sufragistas de Nova York.

Desde então, muito mudou, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido. O 8 de março, além de representar esse percurso, passou a fazer parte da construção da memória simbólica dessa luta. Durante o mês de março, as discussões sobre os papéis históricos, políticos, econômicos e sociais da mulher ganham ainda mais destaque.

Pensando nisso, o RioAntigo convocou suas seguidoras a contribuírem com textos em homenagem à mulher na história do Rio que mais admiram.

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