Um sentimento verde, branco e grená – 118 Anos do Fluminense Football Club

Um sentimento verde, branco e grená – 118 Anos do Fluminense Football Club

Até os ateus, os agnósticos, qualquer tricolor quando é perguntado sobre seu time, logo diz: graças a Deus sou tricolor. Há algo místico, sobrenatural, espiritual em ser tricolor. Quem é tricolor sabe do que estou falando, sabemos que ao entrar em campo, o jogo só acaba quando termina. Colocamos nossa armadura e parece uma segunda pele. Ouvimos narrações antigas dos gols de Rivelino, Washington, Assis, e dá um quentinho no peito. E quando em um chute do adversário a bola bate no travessão? Foi Castilho. Aquele gol aos 47 do segundo tempo? João de Deus intercedeu. Não há dúvidas. É uma identificação sobrenatural. Quando você se reconhece tricolor, não há escapatória. Talvez por isso exista uma música de torcida afirmando que os torcedores levarão o Fluminense no peito do berço até o caixão.

Casa de Rui Barbosa: mais que um museu

Casa de Rui Barbosa: mais que um museu

O legado de Rui Barbosa para a cultura brasileira vai além de suas obras em vida. Sua própria casa transcendeu a função de museu ao longo de quase noventa anos de história e se tornou referência de conservação e produção do conhecimento em vários campos, mas hoje corre risco.

A Confissão de Fé da Guanabara e o martírio protestante na França Antártica

A Confissão de Fé da Guanabara e o martírio protestante na França Antártica

Uma das mais antigas declarações da fé reformada foi escrita no Brasil, em meados do século XVI. Seus autores foram huguenotes (calvinistas franceses) enviados pelo próprio reformador João Calvino e pela Igreja Reformada de Genebra.

O contexto desse notável documento foi a fundação da França Antártica, uma colônia francesa na baía de Guanabara, em novembro de 1555, pelo militar Nicolas Durand de Villegaignon, na ilha onde está hoje instalada a Escola Naval, chamada de Ilha de Villegaignon.

REFLEXÕES SOBRE GUAJUPIÁ: a ancestralidade que nos leva ao futuro

REFLEXÕES SOBRE GUAJUPIÁ: a ancestralidade que nos leva ao futuro

O Brasil celebra hoje, dia 19 de abril, os seus povos originários. Já parou para pensar no quanto a ancestralidade indígena tem a contribuir para a nossa sociedade?

O Rio de Janeiro, assim como o entorno da baía que os tupinambás chamaram de “kûánãpará”, era repleto de aldeias indígenas antes que portugueses, franceses, africanos e outros povos d’além-mar aqui aportassem.

No desfile deste ano, a Portela teve como enredo “Guajupiá, terra sem males”. Era para os índios a terra prometida no plano espiritual. O equivalente tupinambá ao Paraíso cristão, ao Olimpo dos gregos, à Valhalla dos nórdicos. Era o destino final de uma trajetória de vida valorosa e corajosa.

Vindos de migrações, ao longo da costa, os tupinambás depararam-se aqui com uma baía com rios limpos, manguezais, florestas ricas em animais e plantas, enfeitada por morros e rochas colossais. Pensaram ter encontrado a Guajupiá, aqui materializada.

RIO DE IGREJAS #1 – A Igreja de São Sebastião do Morro do Castelo

RIO DE IGREJAS #1 – A Igreja de São Sebastião do Morro do Castelo

GRANDES MULHERES NA HISTÓRIA DO RIO: a Homenagem do RioAntigo no Mês da Mulher

GRANDES MULHERES NA HISTÓRIA DO RIO: a Homenagem do RioAntigo no Mês da Mulher

O dia 8 de março foi instituído pelas ONU como o Dia Internacional da Mulher em 1975. A data marca uma jornada de manifestações por igualdade de direitos civis que lutou pelo voto feminino, iniciada em 1909, pelas sufragistas de Nova York.

Desde então, muito mudou, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido. O 8 de março, além de representar esse percurso, passou a fazer parte da construção da memória simbólica dessa luta. Durante o mês de março, as discussões sobre os papéis históricos, políticos, econômicos e sociais da mulher ganham ainda mais destaque.

Pensando nisso, o RioAntigo convocou suas seguidoras a contribuírem com textos em homenagem à mulher na história do Rio que mais admiram.

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