A Confissão de Fé da Guanabara e o martírio protestante na França Antártica

A Confissão de Fé da Guanabara e o martírio protestante na França Antártica

Uma das mais antigas declarações da fé reformada foi escrita no Brasil, em meados do século XVI. Seus autores foram huguenotes (calvinistas franceses) enviados pelo próprio reformador João Calvino e pela Igreja Reformada de Genebra.

O contexto desse notável documento foi a fundação da França Antártica, uma colônia francesa na baía de Guanabara, em novembro de 1555, pelo militar Nicolas Durand de Villegaignon, na ilha onde está hoje instalada a Escola Naval, chamada de Ilha de Villegaignon.

REFLEXÕES SOBRE GUAJUPIÁ: a ancestralidade que nos leva ao futuro

REFLEXÕES SOBRE GUAJUPIÁ: a ancestralidade que nos leva ao futuro

O Brasil celebra hoje, dia 19 de abril, os seus povos originários. Já parou para pensar no quanto a ancestralidade indígena tem a contribuir para a nossa sociedade?

O Rio de Janeiro, assim como o entorno da baía que os tupinambás chamaram de “kûánãpará”, era repleto de aldeias indígenas antes que portugueses, franceses, africanos e outros povos d’além-mar aqui aportassem.

No desfile deste ano, a Portela teve como enredo “Guajupiá, terra sem males”. Era para os índios a terra prometida no plano espiritual. O equivalente tupinambá ao Paraíso cristão, ao Olimpo dos gregos, à Valhalla dos nórdicos. Era o destino final de uma trajetória de vida valorosa e corajosa.

Vindos de migrações, ao longo da costa, os tupinambás depararam-se aqui com uma baía com rios limpos, manguezais, florestas ricas em animais e plantas, enfeitada por morros e rochas colossais. Pensaram ter encontrado a Guajupiá, aqui materializada.

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