REFLEXÕES SOBRE GUAJUPIÁ: a ancestralidade que nos leva ao futuro

REFLEXÕES SOBRE GUAJUPIÁ: a ancestralidade que nos leva ao futuro

O Brasil celebra hoje, dia 19 de abril, os seus povos originários. Já parou para pensar no quanto a ancestralidade indígena tem a contribuir para a nossa sociedade?

O Rio de Janeiro, assim como o entorno da baía que os tupinambás chamaram de “kûánãpará”, era repleto de aldeias indígenas antes que portugueses, franceses, africanos e outros povos d’além-mar aqui aportassem.

No desfile deste ano, a Portela teve como enredo “Guajupiá, terra sem males”. Era para os índios a terra prometida no plano espiritual. O equivalente tupinambá ao Paraíso cristão, ao Olimpo dos gregos, à Valhalla dos nórdicos. Era o destino final de uma trajetória de vida valorosa e corajosa.

Vindos de migrações, ao longo da costa, os tupinambás depararam-se aqui com uma baía com rios limpos, manguezais, florestas ricas em animais e plantas, enfeitada por morros e rochas colossais. Pensaram ter encontrado a Guajupiá, aqui materializada.

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